quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Saia daqui. Este lugar ainda não pertence a ti.



"Quem sabe nos teus sonhos eu possa até viver..."

sábado, 22 de dezembro de 2012

Ama-me como puder.
Odeia-me como quiser.
Ignora-me quando julgar necessário.
Esqueça-me quando partir.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Eu tentei demonstrar afeto.

Mas havia esquecido que amor eu não mais continha.



terça-feira, 14 de agosto de 2012

Aos ex-amigos.


Ao longo da trajetória que nossa vida segue, descobrimos o que antes nunca nem mesmo havíamos parado para pensar. Descobre-se novos gostos, novas sensações, novas paixões, novas amizades e tantas outras coisas boas, assim como descobrimos que o que um dia foi considerável imutável, do dia para a noite, muda. As pessoas tornam-se distantes, amizades deixam de existir, deixamos de acreditar em determinadas pessoas, abrimos mão de algo em função do outro e muito além disso. 

Eu percebi como as pessoas têm mudado. Definitivamente muita coisa mudou dentro de um curto espaço de tempo. Amigos meus partiram para os céus, mas nem por isso digo que 'perdi' um amigo, mas sim que hoje ele está olhando por nós e vendo o que realmente somos. No entanto, outras amizades realmente deixaram de existir ao descobrir a verdadeira face de quem considerávamos um amigo fiel. As atitudes das pessoas são reveladoras e a distância, em determinadas ocasiões, além de teste, serve para enxergarmos claramente como os outros são. Certa vez minha mãe disse que para ser esquecido não é necessário morrer, e sim mudar-se para longe. Comprovei essa teoria dela.

Ainda me impressiono com essa mutabilidade humana. Tenho mais surpresas do que um dia já imaginei ter. Descobertas boas e negativas, mas o saldo está no vermelho. Tudo o que quero dizer é que minha teoria de que 'as pessoas mudam, mas seus sentimentos não' caiu. O ser humano mente, engana, finge, esquece, trai, não importa o quão próximo ele é de ti. Cedo ou tarde ele te fere e fere aos outros.

Dedico isso aos meus 'ex-amigos', e não antigos. Tenho amizades antigas que permanecem e nunca são esquecidas. Obrigada, distância, por abrir meus olhos.

sábado, 4 de agosto de 2012

Derramando ácido.

Hoje estou naquele dia em que a vontade de sair arrancando as cabeças das pessoas com as próprias mãos é tão, mais tão grande, que acho melhor eu nem sair de casa. A revolta é muito grande aqui. Sabe quando se fica saturada e uma pitada a mais te faz transborbar ou simplesmente, cair ao fundo? Estou assim.

Mantenha distância.

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"Need more friends with wings
All the angels I know
Put concrete in my veins
I'd always walk home alone
So I became lifeless
Just like my telephone"


[Nothing To Lose - Billy Talent]

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Ei.

Apagarei teu nome de minhas páginas.
Ignorarei o fato de te enxergar no reflexo de minha janela.
Tirarei nossas fotos do meu campo visual.
Mudarei de direção.

Criarei novas marcas para apagar as tuas.
Limparei o chão do corredor.
Colocarei um cadeado em meu baú.
Trancarei-te lá.

Quero soltar essa linha que nos conecta.
Ela está rompida e não aguento mais segurar.
Não tente esconder a tesoura.
Eu sempre saberei que foste tu quem cortou.

Apague meu nome da tua língua.
Fecha os olhos e não me veja.
Eu deveria saber que, cedo ou tarde,
eu teria que partir.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Eu tento entender as razões e as circunstâncias do porque haver neblina no meio do caminho.
A desorientação e a dúvida ocorreram involuntariamente.
É difícil de seguir em meio ao nevoeiro.
É difícil, mas não impossível.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

[Eu]

Mergulhei em suas histórias e me pus em seu lugar.

Ler um livro sabendo que é uma história real sempre mexe comigo. Eu me boto no lugar do personagem, diferente do que acontece com os livros de ficção. Eu sinto a agonia e a dor do personagem e penso como eu queria ter vivido naquela época para tentar ajudar tais pessoas. Gostaria de ter feito algo por elas. E assim eu fico pensando e repensando, com um nó na garganta e uma certa pontada no coração...

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Encontros e perdas.

Enquanto te perdes, eu me encontro.
Vou para o lado oposto.
Sei que estás no outro.
O mundo é um eterno encontro e desencontro.

Permaneço firme.
Não irei mais ceder.
Eu permaneço a seguir.
Arriscar, mesmo quando o mar não dá pé.
Arriscar: Atitude que adotei esse ano.
As pessoas vivem achando que estou brava com elas. Elas fazem um juízo errado de mim, na maior parte das vezes. Ao contrário de muitos, eu não fico zangada por pouca coisa. Sinceramente, ninguém me conhece.