quinta-feira, 14 de abril de 2011

Nada de qualquer coisa.

Não sou qualquer uma. Não faço qualquer coisa.
Não me rendo à ameaças. Não me surpreendo com obviedades.
Não uso saia. Não ando sem os pés.
Não me guio por tendências. Não me iludo por besteiras.
Não falo o que não sei. Não conto o que não escutei.
Não finjo ter talento. Não tento ter sem conhecer.
Não quero o que não é meu. Não desejo o que é só teu.
Sou tudo do nada e nada do tudo.
Não te iludas com o que digo. Não espalhe o que não disse.

Não sou qualquer uma. O que faço ou fiz diz respeito somente a mim.
Não faço qualquer coisa. Ninguém é dono meu e nem eu dona de ninguém.
Não. E não insista.

Um comentário:

  1. Hm muito Bom esse seu post, gostei do arranjo de palavras, que parece sem sentido antes de um ponto, e que faz todo sentido na continuação.
    Eu não vou mais insistir então, em dizer que ficou bom, porque afinal não é pra insistir ^^
    Mais de Fato, Gostei.

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